Terapia: cortar lenha

Mais uma recordação nostálgica da minha vida. Cortar lenha para mim é muito mais do que apenas um exercício físico é uma terapia anti-stress que não me custa absolutamente nada.

Desde os meus 7 anos de idade que gosto de cortar lenha. Lembro como se fosse hoje. Na época morávamos numa vila rural que faz parte da cidade de Santa Cecília – Santa Catarina. O minuano cortava as “paletas” no inverno. Eu pegava o machado, pedia ao meu pai para afiá-lo e fazia montes de lenha para os parentes e vizinhos. Meu pai sempre valorizou o trabalho e me estimulava, mas sempre fora do horário de escola.

Na adolescência, já morando na cidade, passava as férias na casa da minha avó materna (in memorian). Juntamente com minha avó, irmão e primo pegávamos sacos vazios (de carvão, adubo, etc), adentrávamos a mata, pegava o machado, escolhia uma bracatinga ou um guamirim seco, derrubava, cortava e ensacava a lenha. O duro era levar os sacos longas distâncias até chegar em casa, mas depois vinha a recompensa, fogão à lenha, batata doce assada, angu com leite, abobóra, vou parar por aqui que isto rende outro post.

Na fase adulta, a empreitada ficou mais fácil, meu pai tem motoserra, corta a madeira em “torinhas” e eu apenas tenho o trabalho de partí-las. Aqui em Curitiba também corto lenha, sim, minha tia recentemente adquiriu um fogão à lenha, vários sábados de manhã acordei a vizinhança (rs) ao som do machado. Pra mim é uma ótima terapia, faz bem aos músculos e a mente, tente pra você ver…

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