A funny history

Dia destes sol de rachar eu andando cabisbaixo aqui em Curitiba devido à alguns fatores que me ocorreram 10 minutos antes. Na esquina das marechais compro uma tapioca doce de morango e chocolate Continuo andando pela XV, repensando e revendo alguns conceitos.

Cabisbaixo, meio puto da vida, olhando vitrines. Como o marketing e a semiótica afetam o subconsciente das pessoas. Distraído… Quando fui virar uma esquina, aconteceu um imprevisto, parece piada, mas o fato foi real.

Virei todo o potinho de tapioca na roupa de uma mulher e que mulher. Meu Deus, linda, uma deusa. Vestida socialmente, com aquelas calças que realçam as curvas, sorriso e rosto perfeito, cabelos lisos loiros, seios espetaculares. Sem saber o que fazer, pedi desculpas de todo o jeito. A mulher (senhorita C) me surpreendeu pela calma e maturidade diante da situação, realmente um exemplo de paciência frente à uma situação embaraçosa.

Eu, para limpar a barra, dei R$10,00 (a contragosto dela) para limpar a camisa ou tomar um cappuccino. Ela me elogiou pela presteza. Talvez por ela nunca pensar que um cidadão tão feio (mistura de gremlins e ploc monster) fosse tão gentil. No final ela acabou rindo da situação (ainda bem que não estava na TPM). Tiro como lição deste episódio.

Sempre podemos mudar o jogo à nosso favor: de uma situação ruim tirar algo de bom, basta perspicácia.

Anúncios

Happy weekend

Sexta-feira, final de expediente, pego o ônibus pra casa, desço no terminal, algumas espécimes femininas desfilando, faço uma fézinha, saio do terminal e bora andar.

Ando sob o sol escaldante por 20 minutos até chegar em casa. Degusto alguns araçás do pé que está plantado em frente a casa da minha tia. Adentro a casa, lavo a louça (putz, quanta louça, arrumo a torneira que estava estragada). Minha tia chega, me elogia (chama-me de anjo). Termino o dia lendo Dan Brown – Anjos e Demônios (sacrificci dell’ vergini in altare di scienza).

Sabadão, 5:20 da matina, celular me desperta ao som de Baltimora – Tarzan Boy, banho gelado pra animar o dia, vou de bonde até a rodoferroviária, pego o ônibus pra casa dos meus pais. Alguns conhecidos, algumas gatas, filosofo sobre a vida durante as duas horas de viagem.

Chego em casa, minha sobrinha me recebe com abraços e beijos, interessante como uma criança pode acalmar nossa mente com apenas um simples e singelo sorriso. À tarde vamos brincar num campo de areia (eu, minha sobrinha e o moleque do vizinho), brincamos de bola, bumerangue e aviãozinho de papel.

É jamais devemos deixar morrer a criança que existe em nós.

6 da tarde vou rever uma grande amiga (a senhorita L). Chego, elogios de ambos para massagear o ego, vejo as orquídeas que dei à ela algum tempo atrás. No quarto, enchemos 150 balões (no domingo era aniversário do filho de sua amiga), haja fôlego literalmente. Para terminar o dia, pizza e me levam até o terminal para pegar o bonde pra casa (quase perdi o bonde).

Domingão, acordo cedo, vejo o Globo Rural com meu pai. Depois café divertido em família (sai com a cara cheia de doce de goiaba, minha sobrinha queria fazer um tratamento de beleza diferente em meu rosto). Antes do almoço, chimarrão com meu pai e meu tio. Conversas de homens (negócios, carros e mulheres), almoço com a família, comidinha da mãe (a couve frita estava divina).

À tarde ajudo minha mãe a fazer fogo no forno para assar pão. 16:00, venho pra Curitiba, trago um pão de presente para minha tia (ela adorou). Ônibus lotado, muitos sujeitos mal-encarados no bonde, vim conversando com uma “amiga íntima”, vamos dizer assim. Termino o fim de semana continuando a leitura de Anjos e Demônios ao som de Bach – Concerto de Brandembrugo No. 3.

E cá estou novamente, junto dos amigos. Muitos risos devido à um problema gastrointestinal de um colega (tem médico que tira o diploma via Correios). Semana de pagamento de dívidas, fazer o quê? Bueno, vamos trabalhar agora.