Um almoço, uma frase

Estava eu sossegado trabalhando quando uma simples mensagem recebida chama a minha atenção. O corpo desta mensagem convidava-me para um almoço ‘de negócios’ por assim dizer. Como recusar um almoço bem acompanhado. Lá fui eu. Sai um pouco antes para esperá-la chegar. Quando meus olhos depararam com sua beleza meu corpo foi tomado por uma sensação de êxtase. Seu jovial e belo rosto, seu sorriso, o belo brinco em formato de coruja dando um toque de mistério ao seu rosto. Caminhamos lado a lado conversando alegremente sobre algumas amenidades do cotidiano.

Chegamos no restaurante, escolhemos uma mesa, nos servimos no buffet, pegamos uma generosa porção de sobremesa e começamos a almoçar. Durante o decorrer do almoço conversamos sobre alguns negócios, algumas metas em comum e outras coisas mais. Mais uma vez seu sorriso me hipnotizou. Quase ao final de nosso almoço, ela olha pra mim e me pergunta: – luidi, veja senão ficou algum resto de comida nos meus dentes. Em princípio estranhei a pergunta, mas, aprendi que de uma situação inusitada podemos tirar proveito olhei-a fixamente nos olhos e disse esta frase:

Apenas vejo lábios vermelhos como uma maçã madura e suculentos como favos de mel.

Segurei suas sedosas mãos, trouxe-a junto ao meu peito e deliciei-me, paguei o almoço e saímos passear. Depois flashes inesquecíveis de uma frase dita na hora certa. As mãos unidas durante o passeio, o cappuccino com creme, os beijos, o despir fervoroso das roupas, e o resto fica na imaginação de vocês. Nem preciso mencionara que nesta tarde nem voltei ao trabalho (ainda bem que sou pessoa jurídica rs), concedi-me uma tarde de prazer, afinal:

Temos que aproveitar a vida quando ela nos oferece oportunidades.

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A morena do restaurante

Bela recordação dos meus almoços com um grande colega que fiz aqui no meu trabalho, sorte guri na tua nova jornada. Algumas vezes vi esta deusa disfarçada de mulher quando tomava café numa barraquinha que tem em frente à uma empresa. Eu e meu colega decidimos almoçar num restaurante popular que tem perto da empresa onde eu trabalho.

Meio-dia lá estávamos nós, servíamos-nos, escolhíamos uma mesa privilegiada e ficávamos esperando ela chegar. Pelaamordosmeusfilhinhos, quando ela adentrava ao restaurante geralmente frequentado por trabalhadores da construção civil, literalmente parava o restaurante. A mulher tinha um imã que atraía todos os olhares masculinos. Muito legal a cena dos caras de boca aberta vendo ela passar para servir-se no buffet. Alta, corpo atlético, cabelos negros e lisos na altura das costas, rosto bem delineado, óculos escuros, sempre com uma calça colã de matar o véio. Agora o “derrière” da moçoila, coisa linda de se ver, obra prima da engenharia humana.

O interessante que ela sabia que “causava” e não olhava para lado algum, mas não vi nenhum anel ou aliança no seu dedo. Ave-maria suspirava de desejo por aquela morenaça. Em conversas virtuais com este meu amigo ele sempre me pergunta: E a morena como está? Agora que vou almoçar com o pessoal no Shopping faz tempo que não vejo ela, quem sabe vá almoçar no restaurante para vê-la.