Amizade colorida

Engraçado notar como as pessoas atualmente veem as relações sentimentais como se fossem mercadoria de troca que pressupõe algum valor futuro. Nesta vida não somos donos de ninguém, não podemos controlar os anseios e gostos das pessoas que estão ao nosso redor. Lapidar? Sim, com conversas sadias podemos contribuir para o engrandecimento das pessoas que gostamos.

Porque estou dizendo isto? Simples. De tanto eu escrever e elogiar mi passione, algumas pessoas erroneamente pensam que estou em vias de casar-me, que ela é minha propriedade. Desde que a conheci, no final de fevereiro de 2008 numa situação bem atípica, que sempre primei pela liberdade e amizade para com ela. Relacionamentos amarrados que remetem à propriedade a longo prazo acabam gerando grandes frustrações.

Tanto eu quanto ela temos nossa vida particular, nossos projetos e anseios pessoais que podem ser diferentes. Hoje tenho contato com ela, amanhã ou depois posso não ter, a vida é assim, sobram apenas as belas recordações de momentos vividos. Tá parecendo requiem né? Mas não é, apenas um momento de reflexão. Uma das coisas que eu sempre zelo em minha vida são as minhas amizades.

A amizade sobrevive por toda a vida em nossas lembranças.

Acima de tudo tenha uma cristalina amizade com ela, sei que no fim das contas é isto que fará a diferença. Óbvio que a desejo como mulher, mas pra que estragar algo que está bom. Óbvio que sinto-me bem ao lado dela. Óbvio que ela me forneceu bons conselhos e vice-versa. Posso estar errado, mas creio que amigos podem transar sim, a famosa amizade colorida.

Se no futuro seguirmos caminhos diferentes certamente lembraremos do convívio, carinho e amizade que cultivamos.

 

 

 

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Minha estrelinha

O que são as palavras? Um mero e simples modo de tentar traduzir os sentimentos do coração e as lembranças da vida

A vida nos fornece diversos caminhos. Destes, temos que optar por um em detrimento de outro. E as vezes ao escolhermos um caminho conhecemos pessoas eternas em nossa vida.

A data: 16 de fevereiro de 2009. A vida, o destino permitiu conhecer-te minha linda estrelinha. Desde aquele primeiro encontro meu “feeling” de minerador percebeu que havia garimpado uma raríssima jóia.

Quase 3 anos se passaram. Minha querida, quantas lembranças inesquecíveis tenho gravadas em meu coração.

És, sem dúvida nenhuma, uma mulher pra casar. (Quem sabe um dia, sonhar não é proibido). Tuas inúmeras qualidades precisam de uma enciclopédia para catalogar.

És madura, tens personalidade forte, és decidida, independente, culta, moderna, cativante, inteligentíssima, justa, perseverante, perspicaz, multitarefa, e, divinamente linda.

Teu corpo só pode ter sido esculpido pelos deuses, perfeito! Curvas simetricamente desenhadas, rosto que faz inveja às pinturas de Michelangelo. Felizes aqueles que podem dar-se ao luxo de tua companhia, do seu carinho. Que bom que faço parte deste privilegiado grupo. Quantas ligações, quantos encontros calorosos.

Minha estrelinha, haja o que houver, aconteça o que acontecer, passe o tempo que passar, sempre terá este seu fiel amigo e escudeiro para tudo que precisar. Esforçar-me-ei para cada vez mais solidificar meu carinho e respeito por ti. Tu mereces tudo de bom que a vida pode dar.

Humildemente, de coração, desejo-te que as bençãos divinas cubram-te de muita paz, saúde, alegria e prosperidade. Que a cada novo nascer do Sol tu mantenhas tua força e perseverança para realizar os teus sonhos. Quando precisares, meus ombros estarão ao teu dispor.  Outra homenagem aqui.

PARABÉNS,

Vida Longa e Próspera.

O quadro de girassóis

Certo dia vasculhando meus posts antigos, me deparo com este post. Fiquei me recordando das várias vezes que dei flores de presente para a mulherada, amigas e affairs. Lembrei-me com saudade desta história:

Era dia 05 de novembro de 2008. O dia estava ensolarado, era quase meio-dia. Com um embrulho embaixo do braço adentrei a agência bancária que fica numa grande avenida aqui em Curitiba. A agência estava lotada de aposentados que receberiam seus pagamentos. Fiquei na fila esperando ela desocupar um atendimento.

Ela é o tipo de mulher que cativa a todos ao seu redor. Possui uma simpatia natural, corpo de modelo.

Quando ela me viu deu um leve sorriso. Me aproximei do seu caixa e ocorreu esta conversa:

Eu: Bom dia senhorita F, vim aqui receber minha aposentaria!

F: Pois não senhor, a sua identidade por gentileza.

Alguns velhinhos começaram a rir.

Eu: Bom eu sei que hoje é uma data muito especial pra você!

F: Jura! Bem capaz mesmo!

Eu: Meus parabéns, muita paz, saúde e prosperidade!!!

Peguei o embrulho e entreguei-lhe juntamente com um chocolate pois sabia que ela adorava (e que mulher não gosta). Percebi que seu rosto suas maçãs do rosto ficaram coradas.

F: Luidi, que fofo! Não precisava disto. Fiquei sem jeito.

Eu: Minha querida, a amizade precisa ser demonstrada, você conhece meu estilo.

Houve uma salva de palmas uníssona para ela e para a minha atitude de amizade.

No domingo, fui na casa dela para terminar um trabalho da  sua faculdade de economia (eu era fera em Excel). Cumprimentei seus pais, duas pessoas fantásticas. Fiquei enormemente feliz com uma cena que presenciei na sala de sua casa.

Pendurado na parede lá estava ele: o quadro de girassóis que dei à ela em seu aniversário.

A vida resume-se em pequenos momentos especiais que proporcionamos as pessoas.

O matemático

“O tempo perdido é irreversível, mas, deixa lições para melhor aproveitar a vida”.

Dos 18 aos 26 anos de idade trabalhei numa empresa textil no interior de Santa Catarina. Trabalho duro, desempenhei diversas funções. Inverno, 4h30min da madrugada, céu estrelado, geada em formação. Vai com Deus meu filho dizia minha mãe após me arrumar quatro fatias de pão para eu levar para comer no café da empresa.

Tempo passando, vida passando. Nos intervalos do café pegava um pequeno papel, minha caneta e começava a resolver problemas matemáticos (coisa de louco né, limites, derivadas, regra de Sarrus?!?). No segundo turno trabalhava uma linda morena, a senhorita J, lindo sorriso, divertida. E numa destas “coincidências do destino” ela mudou de turno para a minha sorte. No princípio apenas cumprimentava-a cordialmente. Como o passar do tempo fomos estreitando a relação. Confesso que nutria uma certa paixonite por ela, mas, por diversos fatores ficamos numa sadia amizade.

Eu continuava fazendo meus cálculos, ela estava terminandoo segundo grau, uma coisa puxa a outra, bingo! Começei a ensiná-la a resolver equações algébricas e outros pormenores da matemática. Eu era o professor, mas quem lecionou “a grande lição” foi ela.

Estava chovendo, quase seis anos de empresa, de rotina, e aquele leão interior pronto para rugir alto e forte. Sentei-me cabisbaixo atrás de uma máquina, rabisquei uma caixa de papelão, fechei um pouco os olhos, quandro abri-os ela estava ao meu lado. Eis o diálogo que mudou drasticamente a minha vida.

Senhorita J: Oi, o que está fazendo aí cabisbaixo?

Eu: Pensando na vida.

Senhorita J: Sei! Notei que você anda diferente neste último mês, posso te falar uma coisa como tua amiga?

Eu: Pode falar!

Senhorita J: Vou ser sincera, o que você quer da vida? Vai passar o resto da tua vida deste jeito? Você é um homem muitíssimo inteligente. Escute bem o que vou te falar! Não devemos subestimar as qualidades que temos, e, principalmente: devemos usá-las! A vida fora daqui tem muitas possibilidades, se eu tivesse a tua inteligência procuraria algo melhor.

Eu: Obrigado pela franqueza, pensarei no que você me falou!

Sabe quando você leva um direto no queixo da vida e começa a repensar sua trajetória até aquele momento. Aquela conversa impregnou minhas redes neurais que não consegui dormir por dois dias seguidos.

Analisei, reanalisei parâmetros e variáveis (sempre procurando lógica em tudo). A voz dela martelando compassadamente como uma ordem de uma rainha.

É, ela estava certíssima.

Dia 01 de abril de 2004 (não é mentira) pedi demissão, foi um espanto para o meu supervisor. No meio do ano fiz vestibular (até aquele momento nem sabia que existia uma universidade pública em minha cidade!), passei em segundo lugar e dali pra frente uma nova vida surgiu em meu horizonte.

Lembro-me que com o dinheiro do acordo de saída da empresa comprei pra ela um belíssimo par de brincos de pedras brasileiras em formato de flor. Dinheiro muitíssimo bem investido.

Soube que pouco tempo depois ela também pediu demissão, fez faculdade, mudou de cidade, fez pós-graduação, casou-se novamente e teve um filho.

A vida nos levou à caminhos diferentes, mas, jamais esquecer-me-ei do que ela fez por mim.

Sabedoria Infantil

Sábado dia 23 de julho, aniversário da minha querida sobrinha. Passo na Yellow Kids e compro seu presentinho. Meia hora depois já estava rumando para Santa Catarina. O ônibus atrasou devido à obras na rodovia, tive que pegar um outro ônibus que não passava perto da casa da minha família, ok, faz parte, gosto de caminhar.

Começo a subir a rua da minha casa. Minha sobrinha sempre me espera no ponto de ônibus que tem em frente a minha casa. Avistou-me, saiu correndo com seu lindos cabelos louros ao vento em minha direção. Abri meus braços, recebi-a com um abraço tão puro que minha emoção ficou nítida em meus olhos.

– Cadê o beijo do tio?

– Smaaac!!! Tio “inho” o que você tem nesta bolsa? Já sei meu presente.

– Não é não, é um livro que o tio comprou…

– A vó tá fazendo o meu bolo, vai ter cachorro quente, refrigerante e tio como é o nome daquelas massinhas que tem carne no meio, pequenas e redondinhas?

– Cochinha..

– Sabe que hoje é o meu “niveisário” tio?

– É, não sabia… O olharzinho dela pra mim foi algo tão doce e ingênuo que fui obrigado a entregar a sacola pra ela e dizer surpresa, PARABÉNS!!! Seus olhinhos brilharam, disse pra ela que tinha o presente dela e do meu outro sobrinho.

Chegamos em casa, pedi benção aos meus pais, minha mãe estava fazendo um bolo com recheio de morango (uma delícia, seis horas da manhã de domingo assaltei um pedaço na geladeira rs). Ela toda faceira com os presentes, pegou-me pelo braço, fomos nas casas dos seus amiguinhos convidá-los para a sua festinha.

Primeiro foram os seus primos, já estava com ela e mais duas crianças na rua. Depois ela disse pra mim: – tio, vamos chegar na casa da Milena pra convidar ela também. Chegamos, uma casa bem humilde, ela perguntou pra mãe de sua amiguinha se ela deixava a Milena ir ao seu aniversário. Eis o diálogo que me impressionou de maneira positiva:

Mãe da amiguinha: Nossa, a gente não sabia que hoje era o seu aniversário, nem compramos presente! Minha sobrinha olhou para a mãe da Milena e falou uma pequena frase mas com um grande significado que prezo em minha vida.

Minha sobrinha: Não precisa de presente, o que vale é a amizade, ter meus amigos no meu aniversário… Abraçei minha sobrinha junto a mim e falei pra ela: É por isso que o tio te ama de montão!!!

Chegamos em casa, minha sobrinha foi arranjando cadeiras para os seus amiguinhos, você senta aqui, você senta lá, cantaram os parabéns, ela assoprou a velinha, e me surpreendeu mais uma vez… Antes de começar a comilança ela falou: Esperem, a “pefêssora” disse que temos que orar antes de comer. E fez sua oraçãozinha de olhos fechados e mãos uma sobre a outra. Ao final disse: pronto, podem comer, bom apetite à todos.

Muitos estudam Platão, Aristóteles, Sócrates, Hegel, Kant, Freud, Nietzsche, Confucio, etc… Muitos estudam 10, 20, 30 anos, fazem PhD em Cambrigde, Oxford, Yale, MIT, Harvard, etc… Passam a vida atrás de conhecimento e não adquirem sabedoria.

Muitas vezes a sabedoria reside na simplicidade e sinceridade de uma criança, pense nisso!!!

Os craques da bola

Sempre gostei de jogar futebol, mas nunca idolatrei nenhum jogador diga-se de passagem. Perto da minha casa tinha um campinho de terra batida, era o “Maracanã” da piazada da rua. Estudava cedo, chegava em casa meio-dia devorava o almoço, pegava a bola que o meu pai comprou pra gente, saia casa por casa convidando a piazada para uma bela pelada neste campinho.

Lembro até os apelidos da turma: gordo, crédi, marcelo (in memorian), julio, djoninhas, gil, telinho, batatinha, ricardinho, beto (meu mano), ceceu (meu primo). Na época quase ninguém jogava com calçado, era descalço mesmo, da sola do pé ficar grossa. Passava a tarde toda jogando bola, e jogava muito bem, e pensar que eu poderia estar milionário hoje (rs). O gordo sempre queria eu no time dele, tinham uns que viviam chorando falta (claro que não vou contar quem). Até público feminino existia, claro que não era pra me ver, já que minha “beleza” sempre assustou as meninas (rs).

Lembro do dia que adentramos a mata para cortar as madeiras para fazer as traves, facão emprestado do meu pai, cortadeira para fazer os buracos e montamos as traves. Quando não tinha quorum suficiente para montar dois times, jogávamos dois contra dois valendo gol só de dentro da pequena área, ou jogávamos rebatida (haviam várias pontuações, bola pelo meio das pernas 6 pontos, nas traves laterais 5 pontos, na trave superior 10 pontos, no ângulo 15 pontos, escanteio 3 pontos) ou 5 fora (só valia gol com a bola no alto, tipo de cabeça, ou teu companheiro erguendo a bola e você chutando ela de prima, se fizesse 5 gols o goleiro tinha que ficar até 5 bolas pra fora, quem chutasse a quinta pra fora ia pro gol).

E quando alguém fazia um golaço então, pensem na alegria do moleque, pena não termos nenhuma filmadora ou câmera fotográfica para registrar estes momentos, mas o que vale que eles estão registrados em nossa memória.

E quando chovia então, era a maior festa, o jogo nunca parava, ficávamos jogando e chegávamos em casa pingando de molhado e a roupa cheia de lama, minha mãe ficava p da vida com a gente e meu pai nos defendia dizendo deixe os piás aproveitarem a infância.

Um dia deu uma chuva imensa na cidade, noutro dia fomos jogar bola, havia deslizamento de terra ao lado do nosso campinho, cada vez que alguém chutava uma bola pra fora, o jogo ficava parado por uns 10 minutos até recuperar a bola que caia no buraco feito pela chuva. Lembro que alguns ficavam com birra de buscar a bola. Teve até um episódio onde cortei o pé fundo quando fui buscar a bola, tive que tomar uma benzetacil na bunda, que fiquei dois dias sem poder andar.

O pessoal foi crescendo, alguns foram jogar bola em campos de areia, outros em quadras, já com quichute ou chuteira e o nosso campinho foi ficando abandonado. Dia destes passei com meus sobrinhos por lá, nem sombra do nosso campinho, construíram casas no lugar dele.

Sempre que posso, convido o meu vizinho, levo meus sobrinhos, achamos uns terrenos baldios e jogo bola com eles pra recordar meus bons tempos de infância.

Apenas uma pequena homenagem

Cá estou eu, pensando e repensando por alguns dias o que escrever para homenagear uma pessoa decisiva em minha vida, saberão “o porquê” depois de eu contar esta pequena história, pois como meu pai certa vez me ensinou:

Um dos passos para ser um grande homem é saber agradecer.

Por dois anos de minha vida fui bolsista de uma universidade em minha cidade, grandes recordações desta fase, desde os guardiões até aos doutores, que contribuiram para a minha evolução e, me deram grandes exemplos de humildade e simplicidade. Fazia manutenção de computadores nos laboratórios de informática, ministrava aulas em projetos sociais aos sábados. Por vezes também fazia instalação/manutenção nos computadores pessoais dos professores e foi assim que conheci a senhorita Dé. Já a tinha visto algumas vezes embelezando a sala dos professores, certa tarde ela perguntou-me se eu formataria e configuraria seu notebook. En passant, desde a primeira conversa mostrou-se uma mulher educadíssima e inteligentíssima e não errei na avaliação.

Começamos a conversar aos poucos, aprendi muita coisa com ela, mais do que ela possa imaginar. Lembro-me que certa vez fui pessoalmente entregar um presente para ela no consultório odontológico onde ela atendia. Também lembro que certa vez ajudei-a com um jogo lúdico para o seu mestrado. Ela era minha consultora digamos assim para as minhas paixonites platônicas. O tempo foi passando, a amizade fortificando, fui seu professor particular de Excel, nesta época já estava formado e trabalhando como suporte técnico numa instituição de ensino que ficava ao lado da universidade onde eu estudei. A cartinha no meu aniversário está guardada com todo o carinho. As aulas sempre muito divertidas, qualidade de ambos, deveria eu ter um gravador para registrar nossas pérolas.

Estava na fase, e agora José?, e mais uma vez ela ajudou-me na decisão mais importante que tive que tomar em minha vida. Certa tarde, fui ao laboratório da universidade conversar com um professor meu que falou-me da possibilidade em vir fazer pós-graduação aqui em Curitiba. Não me menosprezo, mas eu, um simples garoto do interior, não me achava tão capaz de competir com pessoas de todo o Brasil. E justo eu o motivador das pessoas rs. O professor instigou-me, disse para eu reunir a documentação e ao menos tentar. Confesso que estava em cima do muro. Aí que entrou o diferencial dela mais uma vez.

Lembro-me que ela estava no cantinho do laboratório concentrada com o seu notebook, após a conversa com o meu professor ela certamente foi conversar com ele. No dia seguinte, cedo, cheguei ao meu trabalho, fui ver meus emails, qual a minha grande surpresa? Vi uma mensagem dizendo: sua inscrição para o Mestrado já está paga, imprima o comprovante bancário. Não vou citar o valor por questão ética, mas não era pelo valor, mas pela sua atitude de amizade.

Sempre digo que foi o email que mudou a minha vida e que bom que Deus escolheu você para redigí-lo. Não tinha outra alternativa, reuni a papelada, vim fazer a entrevista, e de lá pra cá, a evolução pessoal-profissional que este teu simples gesto desencadeou em minha vida, não tenho palavras para compensar, apenas uma pequena homenagem.

Te considero como a minha irmã mais velha que não tive, que o teu casamento continue repleto de muita paz divina, de alegrias infindáveis, que a nova sementinha de felicidade que Deus lhe deu cresça e torne-se um frondoso homem, que tu continues tendo esta tua incrível força interior para superar os problemas da vida, que sempre esteja com este teu sorriso angelical. Perdoe-me se por acaso a distância fez-me esquecer um pouco de você, mas sempre estás no meu coração num cantinho muito especial e sempre terá este seu fiel amigo.

Que os ventos brandos soprados pelo Criador adentrem o teu lar trazendo o exilir da paz, saúde, alegria, prosperidade e felicidade para você e toda  a tua família. 

Forte e carinhoso abraço.

Ao professor

Mais uma ótima notícia que recebi nesta semana: outro grande amigo meu conseguiu uma grande vitória em sua vida: passou como professor adjunto para uma conceituada universidade federal aqui do Paraná!

Parabéns nobre amigo, muita saúde e força para esta sua nova fase de vida. Obrigado pelas caronas diárias para a UFPR, pelas divertidas histórias. Você é uma pessoa muito esforçada, mereceu a vaga. Boa sorte como professor, sabedoria para concluir seu doutorado, e um conselho meu: aproveite a vida um pouquinho mais, agora tem tudo para isto, uma dica deste seu humilde amigo.

Vida longa e próspera!

Ao futuro doutor

Hoje, como todo o santo dia, 6h30 o celular me desperta, banho frio para ativar os neurônios, me arrumo e bora caminhar. Clima ameno na cidade, um pôr do sol espetacular (pena que a câmera do meu celular é fraquinha). 45 minutos de caminhada, chego na banca tomar o tradicional cafezinho. 8 da matina estou no trabalho, um pouco de leitura de blogs, quando vejo uma mensagem: “doutorando na UFPR uhu”.

Parabéns nobre amigo, você merece muito!!! Que em sua nova fase você tenha saúde, força e sabedoria para superar os grandes desafios que estão por vir. Sinto-me muito feliz, você é uma pessoa batalhadora, agora sim sou obrigado a pagar-te o churrasco que eu estou te devendo já faz 2 anos (rs).

Vida longa e próspera

Belle brune

Semana passada tive uma agradável notícia. Uma pessoa muito querida para mim casou-se. É uma pena não ser comigo rs, mas tudo bem nem tudo é como desejamos. Só tenho a desejar a esta linda morena muita paz, saúde, alegria e prosperidade. Que sua vida seja repleta das bençãos divinas e os seus sonhos tornem-se reais. Ficarão aqui em meu peito, grandes e doces lembranças de nossos inesquecíveis momentos (queria eu que fossem mais). Aquele 15 de dezembro jamais esquecerei, o jantar, o vinho, o chocolate, seu corpo nu junto ao meu em perfeita harmonia, seu show sensual particular ao som de Maná – Mariposa Traicionera,  seu jeito doce e meigo, sua voracidade na cama (ave-maria que mulher, femme fatale), enfim, como bem diz o Mário Quintana:

O tempo não pára. Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo.

Vida longa e próspera minha francesinha.