De uma cena inesquecível

Sexta-feira, 17h00 da tarde, véspera do final de semana dos Dia dos Pais. Mochila com as cores do Brasil nas costas, lá vou eu andando uns bons trinta minutos até chegar no ponto para pegar o ônibus. Dei sorte, consegui achar um lugar para sentar.

30 minutos de viagem que durou um pouco mais devido ao intenso trânsito. Fazia um calor fora do comum para um inverno aqui em Curitiba. Estava eu pensativo com algumas coisas, devaneando com meus botões sobre alguns planos para um futuro próximo. Fazia um final de tarde muito bonito na capital das araucárias.

Desço do ponto, cruzo a rodovia rapidamente, desacelero o passo para ver o lindo pôr do sol que se formava. Viro uma esquina, caminho mais um pouco, percebo ao longe alguém vindo em minha direção correndo. Sim, é ela!!!

Ela vem correndo em minha direção, toda linda, cabelos na altura dos ombros bailando ao vento. Ela apressa a corrida quando se aproxima de mim. Abro os braços, ela como de costume, se joga neles com toda a alegria. Nosso tradicional beijo na bochecha, ela me olha profundamente, me entrega uma pequena sacolinha e me diz:

FELIZ DIA DOS PAIS!!!

Meus olhos embargaram na hora!!! Parei, sentamos num banquinho em frente à sua casa, abri o presentinho que ela me deu e junto dele uma montagem que ela fez pra mim: uma letra L recortada de uma folha de papel sulfite. Dentro desta letra desenhada poucas frases escritas com uma letra infantil em diversas cores. Ao ler este recadinho meus olhos se encheram de lágrimas, minha voz ficou presa na garganta. Eis o conteúdo da mensagem:

Amigo é coisa é pra se guardar debaixo de sete chaves, assim falava a canção.

Luidi, você não é meu pai, mas é como se fosse muito mais. Luidi você sempre me ajudou em tudo.

Obrigada por tudo!!!

Pai não é aquele que gera um novo ser. Pai é aquele que cria, dá carinho, ensina, orienta, ouve com atenção, sempre está junto nos momentos sejam eles felizes ou tristes. Pai, é ter responsabilidade com o futuro de uma criança, é dar Amor incondicional, é sacrificar se preciso for os seus sonhos em prol dos sonhos dos seus filhos.

Para todos os pais, que Deus abençoe todos os dias de seu viver, com muita paz, alegria e prosperidade. Que nunca desanimem frente aos obstáculos da vida visando sempre o bem estar de sua família.

Feliz Dia dos Pais

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Flores do Éden

A cada segundo que passa somos agraciados com a presença do ser mais perfeito criado pela engenharia divina: MULHER!!!

Você que faz nosso dia ser salpicado com diversos tons de beleza!
Você que demonstra força sem perder a sutileza e a feminilidade!
Você que faz nosso coração bater mais forte com simples gestos!
Você que nos hipnotiza com apenas um olhar!
Você que é bela desde o cabelo até aos pés!
Você que é inteligente e sábia para superar todo tipo de problema!
Você que é companheira e amiga, mãe e protetora!
Você que é a razão de nosso viver!
Enfim, palavras aqui me faltam para descrevê-las, somente digo que nós homens temos muita sorte por tê-las diariamente enfeitando nosso dia com os mais doces e raros sentimentos.
Tu homem, não somente hoje, mas a cada dia, faça por merecer a mulher que tens ou vai ter!!!
Com muito respeito e carinho,
FELIZ DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES!!!

Reminiscências

2012. O ano em que o mundo ia acabar, pois bem, não acabou e também não ganhei na mega sena da virada. Coisas da vida. Troquei de emprego 3 vezes. Este ano espero não precisar deste fator novamente. Passei por bons e maus momentos, ainda bem que a balança pendeu mais para o lado bom. Vivi momentos únicos ao lado de mi passione (nós dois deitados na grama com ela recostada sobre o meu peito, inesquecível). Escrevi menos, este ano prometo escrever mais. Aumentei minha resiliência apesar das trocas de emprego. Cortei mais alguns supérfluos, fiz um fundo de investimento (aleluia). Concretizei um sonho antigo (conto noutro post), tomei mais vinho (rs), comi menos fast food. Brinquei mais com crianças, arrisquei mais, falei menos. Emocionei mais. Solidifiquei antigas e criei novas amizades.

Enfim, 2012 foi um ano muito proveitoso para mim. Espero que neste ano eu tenha novos desafios para continuar lutando diariamente pelos meus ideais, e, com meus gestos eu possa alegrar e ajudar as pessoas que eu amo.

Feliz 2013 à todos!!!

À moda antiga

Mais uma vez meus olhos são extasiados com uma presença angelical. Ela, simplesmente, espetacular. Seus lindos cabelos loiros feito um trigal maduro, seus olhos azuis celestes flamejantes de doces enigmas, sua boca provocante dos mais ávidos e luxuriantes desejos realçada por um batom rosa (batom este que dei pra ela noutra ocasião), seu corpo transpirando sensualidade e feminilidade, trajada com uma leg jeans azul e uma camiseta amarela muito estilosa. E eu, simples admirando tão magnífica obra da engenharia humana. Enlaçei-a pelas suas mãos e fomos passear, depois fomos ao ‘nosso cantinho especial’.

Na volta, andando, jogando conversa fora, ela adentrou uma lojinha em busca de um par de brincos que está querendo comprar. O brinco, pequeno, em formato de morango ficou espetacular nela. Na hora de pagar, como bom cavalheiro que sou, paguei o brinco a contragosto dela. A dona da loja e ela começaram uma conversa sobre homens ‘à moda antiga’.

Elas falaram que as mulheres hoje em dia querem ser iguais aos homens (o que na minha opinião é justíssimo), que por conta disso a grande maioria dos homens perdeu o ‘cavalheirismo’ com as mulheres. A dona da loja olhou bem para ela e disse: – olha é difícil achar um homem ‘à moda antiga’, aproveita menina!!! Dei uma grande risada e repliquei sorridente: – mas não exagera senão eu vou à falência. Sai com o peito inflado de orgulho (rs).

Se estou certo ou errado, é o meu jeito. Sou a favor dos direitos iguais, mas qual a mulher que não fica lisonjeada com pequenas gentilezas de vez em quando?

Gentileza é um dos sinônimos de um homem de verdade.

 

 

 

Bar Estrela

Depois de um tempo afastando aqui do meu quintalzinho virtual devido ao excesso de afazeres profissionais, eis que estou de volta para continuar relatando minhas concepções da vida, alguns pensamentos e muitas boas lembranças vividas. Esta história que relembrei e agora compartilho ocorreu-me na última viagem que fiz para Santa Catarina. Eis a história:

Sabadão, levanto-me cedinho, um bom amargo para adoçar o dia (rs), meu avô me ajuda a sorver o mate, algumas risadas, algumas prosas sobre a vida, mulheres e afins. Depois, vou fazer a barba, a gilete desliza suavemente sobre o meu rosto. Um bom banho, um perfuminho, uma roupa bacana e sigo em direção à rodoviária. En passant, um dia belíssimo (como hoje também está), céu azul celeste embelezando o verde da capital das araucárias.

Chego na rodoviária, compro a passagem, pego o ônibus e rumo em direção à Santa Catarina. Um trânsito caótico na saída de Curitiba devido as obras de duplicação da rodovia. O trajeto que era pra ser feito em duas horas, demorou quase três horas. No sábado, na cidade dos meus pais, o ônibus passa somente de hora em hora, logo, mais uma vez decidi ir a pé pra casa dos meus pais.

Antes de chegar à casa dos meus pais é possível escolher dois caminhos, desta vez escolhi o caminho que fazia tempo que eu não fazia. E justamente por escolher este caminho que recordei-me de uma lembrança da minha infância.

Estavas eu caminhando e apreciando a paisagem interiorana quando meus olhos enxergam uma construção antiga. Um casarão degastado pelo tempo, contendo uma porta ampla, o letreiro acima da porta faltando uma letra, formando a palavra BAR STRELA. Não contive a curiosidade, parei em frente ao bar, vislumbrei alguns velhinhos num canto conversando e tomando cerveja,  atrás do balcão o mesmo casal que sempre me atendia à quase 25 anos atrás. Ambos com marcas impiedosas que o tempo deixou em seus rostos.

Adentrei o bar e fiquei um tempinho observando o ambiente. Algumas coisas mudaram, outras coisas continuavam no mesmíssimo lugar. Aquele ar de nostalgia e interior era o mesmo. Para a minha surpresa o velho baleiro em formato hexagonal daqueles que possuem quatro bocas e giram estava ainda resistindo ao tempo e a modernidade. Comprei algumas balas de morango para levar aos meus sobrinhos. Me veio à tona lembranças da minha infância.

Lembrei-me da época em que o meu pai sempre me pedia para registrar seus jogos do bicho que ele fazia naquele bar. Meu pai sempre jogava no duque ou terno de dezenas e frequentemente ganhava alguns cruzados (ou cruzeiros não me lembro). Ele marcava sua aposta num pequeno papel, me entregava juntamente com o dinheiro da aposta e me pedia para eu ir até o bar registrar sua fézinha.

Toda vez que eu chegava no bar, ganhava algumas balas daquele mesmo baleiro que estava em minha frente. Apenas uma coisa era diferente desta vez, os velhinhos eram outros e não os mesmos de quase 25 anos atrás, culpa do tempo. Por muito tempo, semanalmente ia até este bar registrar os jogos do meu pai. Os donos sequer me reconheceram, paguei uma cerveja aos velhinhos e bora pra casa.

 

 

 

Amizade colorida

Engraçado notar como as pessoas atualmente veem as relações sentimentais como se fossem mercadoria de troca que pressupõe algum valor futuro. Nesta vida não somos donos de ninguém, não podemos controlar os anseios e gostos das pessoas que estão ao nosso redor. Lapidar? Sim, com conversas sadias podemos contribuir para o engrandecimento das pessoas que gostamos.

Porque estou dizendo isto? Simples. De tanto eu escrever e elogiar mi passione, algumas pessoas erroneamente pensam que estou em vias de casar-me, que ela é minha propriedade. Desde que a conheci, no final de fevereiro de 2008 numa situação bem atípica, que sempre primei pela liberdade e amizade para com ela. Relacionamentos amarrados que remetem à propriedade a longo prazo acabam gerando grandes frustrações.

Tanto eu quanto ela temos nossa vida particular, nossos projetos e anseios pessoais que podem ser diferentes. Hoje tenho contato com ela, amanhã ou depois posso não ter, a vida é assim, sobram apenas as belas recordações de momentos vividos. Tá parecendo requiem né? Mas não é, apenas um momento de reflexão. Uma das coisas que eu sempre zelo em minha vida são as minhas amizades.

A amizade sobrevive por toda a vida em nossas lembranças.

Acima de tudo tenha uma cristalina amizade com ela, sei que no fim das contas é isto que fará a diferença. Óbvio que a desejo como mulher, mas pra que estragar algo que está bom. Óbvio que sinto-me bem ao lado dela. Óbvio que ela me forneceu bons conselhos e vice-versa. Posso estar errado, mas creio que amigos podem transar sim, a famosa amizade colorida.

Se no futuro seguirmos caminhos diferentes certamente lembraremos do convívio, carinho e amizade que cultivamos.

 

 

 

Olha o picolé

É curioso notar como algumas nuances do cotidiano nos remetem à fatos vivenciados à muito tempo em nossa vida.

Dia destes, tarde agradável de sol em pleno inverno curitibano (rs), depois de passar na lotérica fazer uma fézinha, depois passei no supermercado comprar uma caixinha de bolo petit gateau para fazer, algo me recordou de uma bela recordação da minha infância. No caminho do mercado passo por alguns adolescentes que estão andando de skate e conversando em uma esquina. Aquelas duas morenaças entre eles, ave-maria, corpos de mulher, bem, deixa quieto. Chego em casa, rapaz prendado que sou,faço o petit gateau e volto até uma sorveteria comprar sorvete de creme para acompanhar o petit gateau (nham). Vendo a enorme quantidade de sabores do buffet de sorvetes sou transportado no tempo para quase 25 anos atrás.

Meus pais sempre ensinaram eu e meus irmãos a valorizar o trabalho. Na minha descrição ‘quem sou eu’ conto que já trabalhei com diversas coisas em diversos diferentes lugares, e, também já vui vendedor de picolés.

Lembro-me que a minha madrinha de primeira comunhão tinha uns carrinhos de picolé e juntamente com os seus dois filhos vendíamos os picolés para ela em troca de uma pequena comissão que, na maioria das vezes, era utilizada para comprar figurinhas (história para outro post). Carinho abastecido de picolés e ‘moreninhas’ (sorvetes de bauninha ou creme em formato oval com cobertura de uma fina camada de chocolate, uma delícia), saímos em dupla vender os picolés.

Para chamar à atenção da clientela tínhamos um tipo de apito sonoro (me esqueci do nome) parecido com aqueles instrumentos de sopro que os peruanos utilizam nos concertos da Boca Maldita aqui em Curitiba (rs). Cada um possuía um jeito peculiar de ‘tocar’ o instrumento ‘compondo’ melodias próprias’. Com o passar do tempo já tínhamos nossa rota definida bem como nossos clientes fiéis. Lembro-me que eu sempre vendia cinco picolés de milho verde (rs) para um velhinho que morava perto da escola porque ele me achava parecido com um dos seus netos.

Era uma tarefa divertida, mas não era muito fácil. Tínhamos que empurrar o carrinho por ruas de chão entre as pedras, por ‘intermináveis’ subidas de paralelepípedo, mas sempre dávamos um jeitinho! Colocávamos alguns picolés a mais no carrinho para comermos durante o trajeto, sendo que o que eu mais apreciava era o picolé de nata.

Ficávamos chateados quando chovia no meio do caminho, voltávamos molhados para casa e não vendíamos nada. Outra coisa, a concorrência era super leal (fato raro hoje em dia) entre a gente e os outros vendedores de picolé, cada um tinha sua rota e clientela definida. Olhem, a gente andava, tinha dia que chegávamos a vender dois carrinhos cheios de picolé. Com a comissão em mãos corríamos para a banquinha perto da escola comprar figurinhas.

Voltei pra casa nostálgico e degustei o petit gateau com sorvete de creme.

A lei da reciprocidade

Dia destes, tempo chuvoso na capital paranaense, depois de uma ótima conversa com um colega saio em direção ao tubo pegar o ônibus pra casa. Estava eu com uma pasta cheia de documentos, um guarda-chuva cinza e uma sacola com um tênis que havia comprado.

Caminhei até chegar ao ponto de ônibus que por sinal estava lotado devido a garoa que caía naquela tarde fria. Para quem não conhece as estações tubo possuem rampas para acesso à cadeirantes, mas esta estação estava com problemas nesta rampa. Ao meu lado notei uma mulher com um garoto cadeirante pedindo minha ajuda.

Eu estava com as duas mãos ocupadas. Ao meu lado ouvi uma voz de uma mulher que também estava com as mãos ocupadas mas pediu para eu lhe entregar a minha pasta, o meu guarda-chuva e a minha sacola com o tênis. Ajudei a mulher com o cadeirante, recebi os seus agradecimentos, peguei meus pertences com a mulher e repeti o gesto de agradecimento para ela também.

Como já dizia Newton, para toda a ação existe uma reação. Digo mais, esta reação pode demorar algum tempo, mas vem. Se agirmos de maneira responsável, ajudando as pessoas com simples gestos, a reciprocidade também será na mesma moeda. Cada boa ação que fazemos é como uma corrente que vai enlaçando as pessoas ao redor e que jamais saberemos o seu tamanho e onde chegará. Como gosto de citar:

Um simples gesto compartilhado pode mudar a vida de muitas pessoas.

Os caçadores de borboleta

Este mês terminei de ler o livro O Caçador de Pipas do escritor afegão Khaled Hosseini. Diga-se de passagem um livro extraordinário com uma lição de amizade e perdão singular. Isto me lembrou de algumas passagens da minha infância, também éramos caçadores, mas de borboletas.

Vivi toda a minha infância em pequenas cidades do interior catarinense. Sempre mantive mantenho quando posso o contato com a natureza. Teve épocas de minha infância onde uma de nossas brincadeiras favoritas era a de caçar borboletas para colocar num quadro.

Eu, meu irmão e meu primo tínhamos toda uma técnica para conseguir capturar as borboletas. Primeiramente juntávamos alguns sacos de batata, aqueles com rede amarela, depois pegávamos um cabo de vassoura velho e um arame para fazer o ‘coador’ (não achei palavra melhor e não me lembro qual nome deste artefato) para capturar as borboletas.

Depois desta etapa, os três partiam para a caçada nos campos que margeavam as nossas casas. Inúmeras vezes adentrávamos longe mata a dentro para tentar capturar as borboletas mais bonitas.

As borboletas totalmente verdes eram as mais raras e mais difíceis de capturar. Acho que em todas as nossas caçadas pegamos apenas umas duas ou três.

Tinham também as gigantes borboletas azuis que voavam muito alto e quase nunca conseguíamos pegar. Algumas eram tão fáceis de capturar que nem desejávamos capturá-las (aquelas de cor laranja que ficavam estáticas sobre as flores, senão me engano borboleta monarca.

Depois da captura das borboletas, trazíamos elas para casa, escolhíamos as mais bonitas e colocávamos elas num quadro. Tiveram alguns quadros que até vendemos para os vizinhos.

Hoje, sei que era uma brincadeira de criança, mas errada. Com a consciência da preservação do meio ambiente prefiro observar a beleza das borboletas livres no seu habitat natural. Quando os meus sobrinhos veem uma borboleta e pedem para eu pegar para eles, eu converso com eles sobre a liberdade dos bichinhos, ficamos bem quietos observando as borboletas e eles entendem que:

A verdadeira beleza é aquela que é livre.

No elevador

Acabei de ler um post provocante da Lasciva lá no Papo de Homem (aqui). Inspirado pela mesma resolvi contar uma historinha que aconteceu comigo recentemente e creio que já tenha acontecido com muitos homens.

Horário de almoço, espero uns 10 minutos até chegar o elevador, estava lotado. Fiquei um pouco bravo, mas às vezes esperar um pouco dá margem para ótimas cenas acontecerem em nosso dia. Mais cinco minutos de espera e chega um elevador, este vazio.

Adentro o elevador, o mesmo desce dois andares e pára. Que sorte a minha. Adentram seis lindas mulheres, algumas com uniforme social de uma construtora (tenho um fetiche imenso por mulher vestida de social). Posicionei-me no fundo do elevador. Imaginei uma cena tórrida. O elevador trava, aquelas mulheres me olham com sede de sexo e começam a me atacar…

Notei que duas delas mediram-me de cima em baixo. Observei cada detalhe delas, desde o sapato de salto vermelho ao coque do cabelo. Tinha uma loira na faixa de uns 40 anos, com tudo em cima, com um par de pernas de fazer inveja, óculos de professora, cabelo preso por um elástico. Imaginei-me pegando-a firmemente, levantando sua saia social ferozmente, tirando a calcinha para o lado, encostando-a  de costas na parede do elevador, pegando-a por trás, mordendo suas orelhas e pescoço, segurando forte em seus cabelos enquanto as outras assistiam a cena. Imaginei também uma delas abrindo o zíper de minha calça jeans, abaixa-se e começa um oral que é compartilhado com as outras seis até eu não aguentar mais e gozar… Na saída todos saem como se nada tivesse acontecido.

O elevador chega ao piso térreo, meu corpo ferve, o membro quase explode para fora da calça, uma delas percebe e dá um sorrisinho maroto, passo num quiosque e compro uma casquinha de baunilha para refrescar e vou almoçar.