O poodle cor-de-rosa

Ontem à noite, dirigi-me a famosa Rua XV aqui em Curitiba, momentos divertidos com uma certa pessoa, não resisti e pedi um Big Mac, sabe né, estava com muita fome (rs). Rumei em direção à estação central pegar o vermelhão para casa. Eis que neste ínterim, observador e detalhista que sou, vi uma senhora passeando alegre e feliz com o seu poodle cor-de-rosa. Achei a cena bem interessante, o cachorro muito bem cuidado, a senhora com classe e elegância de madame.

Fiquei com meus botões pensando durante o trajeto para casa, lembrei-me que um grande amigo meu, certa vez, comentou comigo que um senhor dava salmão com torradinha especial ao seu cachorro, eita, e eu no Giraffas à R$5,90 todo o dia, não estou reclamando, longe disto. É foi se o tempo onde os cachorros comiam restos de comida, hoje comida balanceada, vitaminas, etc e tal. Claro, se você tem um animal de estimação, trate-o com carinho. A belle brune tem seu general francês e cuida muito bem dele.

Pra que relatei esta cena que presenciei, pelo simples fato que tentamos fazer as coisas que julgamos ser importantes para a nossa vida, o tal do subjetivismo. Se a senhora sente-se feliz passeando com seu poodle-cor-de-rosa, se a madame quer doar toda a sua fortuna ao seu gato de estimação, quem sou eu para julgar.

É certo que, na minha concepção, que uma vida simples evita muitos questionamentos e problemas psicológicos, quantos menos variáveis teu cérebro tem para resolver, mais ele vai te ajudar. Gosto pessoal cada um escolhe, têm pessoas que gostam de cachorros, outras de alpinismo, outras de Lady Gaga, outras de Pink Floyd, outras de Monarcas (em breve post sobre as músicas que o meu pai ouvia), outras de hentais, outras de masoquismo, outras de opus dei, outras de macumba, outras de Final Fantasy, outras de Mortal Kombat. Tem uma frase que gosto de citar:

O que é fútil para mim pode ser essencial para você.

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