Happy weekend

Sexta-feira, final de expediente, pego o ônibus pra casa, desço no terminal, algumas espécimes femininas desfilando, faço uma fézinha, saio do terminal e bora andar.

Ando sob o sol escaldante por 20 minutos até chegar em casa. Degusto alguns araçás do pé que está plantado em frente a casa da minha tia. Adentro a casa, lavo a louça (putz, quanta louça, arrumo a torneira que estava estragada). Minha tia chega, me elogia (chama-me de anjo). Termino o dia lendo Dan Brown – Anjos e Demônios (sacrificci dell’ vergini in altare di scienza).

Sabadão, 5:20 da matina, celular me desperta ao som de Baltimora – Tarzan Boy, banho gelado pra animar o dia, vou de bonde até a rodoferroviária, pego o ônibus pra casa dos meus pais. Alguns conhecidos, algumas gatas, filosofo sobre a vida durante as duas horas de viagem.

Chego em casa, minha sobrinha me recebe com abraços e beijos, interessante como uma criança pode acalmar nossa mente com apenas um simples e singelo sorriso. À tarde vamos brincar num campo de areia (eu, minha sobrinha e o moleque do vizinho), brincamos de bola, bumerangue e aviãozinho de papel.

É jamais devemos deixar morrer a criança que existe em nós.

6 da tarde vou rever uma grande amiga (a senhorita L). Chego, elogios de ambos para massagear o ego, vejo as orquídeas que dei à ela algum tempo atrás. No quarto, enchemos 150 balões (no domingo era aniversário do filho de sua amiga), haja fôlego literalmente. Para terminar o dia, pizza e me levam até o terminal para pegar o bonde pra casa (quase perdi o bonde).

Domingão, acordo cedo, vejo o Globo Rural com meu pai. Depois café divertido em família (sai com a cara cheia de doce de goiaba, minha sobrinha queria fazer um tratamento de beleza diferente em meu rosto). Antes do almoço, chimarrão com meu pai e meu tio. Conversas de homens (negócios, carros e mulheres), almoço com a família, comidinha da mãe (a couve frita estava divina).

À tarde ajudo minha mãe a fazer fogo no forno para assar pão. 16:00, venho pra Curitiba, trago um pão de presente para minha tia (ela adorou). Ônibus lotado, muitos sujeitos mal-encarados no bonde, vim conversando com uma “amiga íntima”, vamos dizer assim. Termino o fim de semana continuando a leitura de Anjos e Demônios ao som de Bach – Concerto de Brandembrugo No. 3.

E cá estou novamente, junto dos amigos. Muitos risos devido à um problema gastrointestinal de um colega (tem médico que tira o diploma via Correios). Semana de pagamento de dívidas, fazer o quê? Bueno, vamos trabalhar agora.

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